ENSINO POR OUTRO CAMINHO - 1a. Escola do Pensamento Fora do PadrãoENSINO POR OUTRO CAMINHO - 1a. Escola do Pensamento Fora do Padrão

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Trabalhamos com o que há de mais precioso no mundo: gente, tempo, ideias, tecnologia das possibilidades, serviços inteligentes, produtos adaptados e personalizados

pedropedroEm quem devemos votar?

Guto Maia*


Quando falamos em Educação Adaptada, estamos tratando de ensino/aprendizado de pessoas com dificuldades. O resultado de toda ação proposta, invariavelmente, será aquém das expectativas. O tutor buscará baixar as suas expectativas o suficiente para adequarem-se à medida do distúrbio/transtorno/limitação intelectual-motor-sensorial a ser enfrentado.

E assim, construir resultados em camadas de pequenos avanços, que não serão lineares.

O que é de simples realização para pessoas com habilidades preservadas; para pessoas com transtornos, déficits variados e distúrbios genéticos ou adquiridos, torna-se tarefa por vezes inalcançável.

O estresse emocional do cotidiano é imensurável para todos que vivem esta realidade. Os fatores: leve, moderado e severo, dificilmente servem de completo consolo ou motivo de regozijo para quem vive no universo das deficiências. A ansiedade é inerente e permanente. A alegria é fruto da não-aceitação do abatimento diante das dificuldades. A alegria é uma conquista dolorida.

Pessoas com deficiências não podem, ou não deveriam, ver seus tutores tristes.

O planejamento das ações e a programação das atividades têm que levar em conta esta realidade. Nenhuma proposta pode relegar a segundo plano: a alegria, no seu rol de itens fundamentais.

É um trabalho por demais árduo, que exige do educador, um grandioso conhecimento técnico-didático-psicológico, a começar do autoconhecimento das próprias limitações emocionais. Estas serão exigidas no seu máximo. Dificilmente alguém persistirá neste caminho, se não houver um motivo suficientemente forte para não o fazer desanimar.

O motivo mais forte é ter um filho ou parente próximo com deficiências.
Toda mãe/pai de pessoa com deficiência torna-se-um bom educador, quando há bom senso e intuição.

Sempre emociona ver a capacidade incondicional de amar que toda mãe de pessoa com deficiência desenvolve.

Neste momento em que nos são pedidos votos para a próxima eleição de novembro, essas mães e pais de pessoas vulneráveis podem fazer a diferença escolhendo representantes que façam valer com sinceridade o discurso da Inclusão.

Podemos eleger indivíduos que proponham leis e fiscalizem ações de políticas públicas que beneficiem com justiça o direto das pessoas com deficiência sentirem-se integradas e participantes (mais que apenas incluídas!), com mais apoio às famílias na construção de uma sociedade que nos respeite e reconheça-nos como indivíduos produtivos.

Atenção ao votar!

PROPOSTAS IMPORTANTES:
1. Temas de Ensino Adaptado multidisciplinar de pessoas com deficiências.
2. Ativismo sócio-político para acessibilidade, mercado de trabalho e inclusão social de pessoas vulneráveis.
3. Já podemos dar um passo à frente no sentido do termo “NÓS”.
“Tudo de nós em todos os lugares e para todos”. A nossa presença se fazendo notar!

 
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