*Comunicação Gabinete Marco da Paz  

Gaetano Brancati Luigi e Alfredo Cotait, eleito novo presidente (2019-21) da Associação Comercial de São Paulo


Alencar Burtii e Alfredo Cotait


Luigi e Cafú e Ordini


Luigi e Bico

  

Um momento especial em que o padrinho, Dr. Dirceo Torrecillas Ramos, veio visitar o seu indicado ao Prêmio Nobel da Paz e amigo, Gaetano Brancati Luigi.


Luigi e Pedro Rosengarten


Guto Maia, Gaetano Brancati Luigi , Fernando Roberto Santini


Guto, Alisson Daniel, Luigi, Pedro Paulo


Guto, Luigi, Glória


Léo, Bico e Luigi


Guto Maia, Gaetano Brancati Luigi e Eder Do Nascimento Dias

 


Guto Maia, Gaetano Brancati Luigi, Ivandel Alves


Lucas Brancati, Guto Maia, Victória Dantas, Gaetano Brancati Luigi, Vâni Oliveira.


Sylvia Cerresi, Guto Maia, Cristina Ciampone, Gaetano Brancati Luigi


Lucas Brancati, Gaetano Brancati Luigi, Guto Maia, Iracema, Maria Cecília Rutter


Guto Maia, Orlando Hamamoto, Gaetano Brancati Luigii, Nicah Gomes


Guto Maia, Ivandel Alves, Gaetano Brancati Luigi, Pedro Rosengarten


Guto Maia, Davi Gonçalves, Gaetano Luigi Brancati, Afonso Moreira


Pitú Leal e Gaetano Brancati Luigi


Guto Maia, Gaetano Brancati Luigi, João Maia


Flávia Cintra, Gaetano Brancati Luigi, Elza Ambrósio

    
Guto Maia, Gaetano Brancati, Luigi                                            Alfredo Cotait, João Bico, Mara Gabrilli, Gaetano Luigi Brancati


Pitú Leal, Gaetano Luigi Brancato, João Maia


Robson Miguel e Luigi


Indicação ao Prêmio Nobel da Paz
GAETANO BRANCATI LUIGI

A história evidencia, alternadamente, momentos de incomensurável violência. Os períodos mais recentes mostraram a revolução francesa de 1789, a primeira guerra mundial, em 1914, o combate espanhol de 1936, a segunda guerra mundial de 1939 e hodiernamente as chocantes ações do Estado Islâmico, particularmente na Síria e no Iraque, mas que se estende, como no caso do Egito, com (21) vinte e uma vítimas simultâneas. A crueldade leva-nos a ressaltar a qualidade estúpida da humanidade, destacando os néscios dos reais e melhores valores vitais do homem, da sociedade, do Universo. São milhões de mortos aterrorizando pessoas, famílias e comunidades.

Em minhas pesquisas, e por isso eleva-me o sentimento fazer esta indicação, trabalhei com formas de estado que conduzem à PAZ. Nestes trabalhos deparei-me com Norberto Bobbio (El tercero ausente, p.289, 1997). Procurava ele solução, em uma mesa redonda, após a segunda guerra mundial, onde debatia-se o tema “Das guerras tradicionais à ameaça de extermínio atômico” e dizia: “a humanidade encontra-se pela primeira vez em sua história em situação limite que poderia ocasionar uma catástrofe sem precedentes”. Formaram-se dois grupos: os que acreditavam no bipolarismo, ou seja, aceitavam que os Estados Unidos e a, então, União Soviética fossem os guardiões do mundo e os que apoiavam a abertura de centros de poder contrapostos e rivais. A primeira solução garantia a PAZ, mas sufocava a possibilidade de liberação, como foi exemplo a Polônia; a segunda abria caminho para a liberdade mas colocava em perigo a PAZ. Concluía, acreditando em uma terceira proposta, com o Estado Universal: “Existe, sim, uma terceira solução, ao menos de forma ideal: o unipolarismo ou, o que é igual, o antigo ideal da PAZ perpétua mediante a criação de um Estado Universal”. Os fatos e atos calamitosos invadiam e invadem a alma a procura de harmonia.

FOME, TERROR, IMAGEM, IDEIA, SONHO, PAZ. Estes acontecimentos apoderaram-se da preocupação de um homem por toda sua vida, um sonhador. E como diz Fernando Pessoa: “o poeta é um fingidor, finge tão completamente, que finge ser dor a dor que deveras sente”. Refiro-me a GAETANO BRANCATI LUIGI. Viveu ele as torturas físicas e psíquicas da 2ª guerra mundial e suas consequências. Lembra, na Itália desses momentos, entre os meninos, quando um apresentava-se na rua, com um pedaço de pão, os outros iam ao seu encontro para dividir e prometiam o mesmo quando sua mãe fizesse pão. Era o retrato da fome. Tinha, ele, medo de crescer porque assim iria para o combate. O terror assustava. Antes que isso ocorresse ouviu os sinos tocarem anunciando o fim da guerra e todos saírem às ruas e praças gritando uma única palavra: PAZ. Um sonho fixava-se em sua mente. Algo significativo da PAZ universal.

Ainda criança, com doze anos de idade, Luigi veio para a América, que era outro sonho. Após passagem pela Argentina, chegou ao Brasil, onde viveu e vive o maior tempo de sua vida. Com a imagem indelevelmente marcada, pelo passado inolvidável, projetava-se para o futuro e construía sua ideia, após sabichar por tantos anos. Luigi admirava, em 1999, a torre da Igreja do “Páteo do Collégio” e percebeu que o sino não tocava. Propôs-se com apoio da ACSP- Associação Comercial de São Paulo a colocar um novo e o fez com sucesso. É nesse momento, após 55 anos, no “Páteo do Collégio”, nas Terras de Piratininga, do Estado Bandeirante, onde o Padre Anchieta fez nascer uma das maiores Metrópoles do Mundo, a Cosmopolita São Paulo, que o sonho torna-se realidade. Concretiza-se o MARCO DA PAZ, com o seu SINO E A POMBA.

Este monumento – MARCO DA PAZ – simboliza a PAZ UNIVERSAL, perene, com o alcance que ultrapassa ideologias, religiões, etnias, raças, culturas e tradições. Assim surgiu e desenvolveu-se. A ACSP, pelas mãos de seu idealizador, GAETANO BRANCATI LUIGI, leva esta proposta de PAZ pelo mundo. Encontra-se em vários países, do Brasil à China, atinge todos os continentes e muitos projetos pelo mundo estão em andamento para que todos, ao apreciarem, recordem do passado negativo e passem a colaborar para um mundo melhor com transições políticas e demais relações pacíficas. Paralelamente aos monumentos, nas Praças, o idealizador criou uma réplica com a qual são premiadas pessoas e instituições que se dedicam, de alguma forma, à PAZ, através de ações humanitárias. É troféu de vários campeões masculinos e femininos da corrida internacional de São Silvestre. Além de pessoas distinguidas da comunidade, o Papa Bento XVI, foi justamente, homenageado. O diálogo de PAZ está sendo levado, para as escolas de todo o mundo, pelo criador do Marco.

PRÊMIO NOBEL DA PAZ. A Argentina mereceu algumas vezes esta honra. O Brasil jamais foi contemplado. Nada mais justo que, um sonhador, testemunha da dor e da destruição, o qual sofreu, passou necessidades, vítima de uma guerra, onde mais de 50 milhões perderam a vida e 30 milhões foram mutilados, idealizou e perseguiu por toda a sua vida e conseguiu o MARCO DA PAZ que completa quinze anos, represente a nossa PÁTRIA nessa conquista, para satisfação e alegria de todos os paulistanos e brasileiros.

O processo, com completa documentação, já se encontra em Oslo, na Noruega, para em outubro ser indicado e em dezembro entregue. Conclamamos a todos os segmentos sociais para apoio a este grande homem: GAETANO BRANCATI LUIGI.

Dircêo Torrecillas Ramos  dirceo@uol.com.br
http://bit.ly/2DuPJpp


É muito inspirador saber que vem se afirmando a partir do Brasil, um grande exemplo
de vitalidade e comprometimento humanístico representado pelo Sr. Gaetano Luigi Brancati
pela quarta vez indicado ao Prêmio Nobel da Paz.
A História do Marco da Paz: https://doisdobrasil.com/marcodapaz.php
O que se fala do Luigi na Web: https://doisdobrasil.com/luiginaweb.php
Indicado ao Nobel da Paz: https://doisdobrasil.com/MARCO_DA_PAZ.php
Gabinete Marco da Paz: https://doisdobrasil.com/paz.php




*Comunicação Gabinete Marco da Paz
Coordenador Responsável
Guto Maia  José Augusto Maia Baptista
Membro do Conselho Consultivo na ACSP
WhatsApp: +55 11 9 9378-4603
Email: maiagutomaia@gmail.com



Gaetano Brancati Luigi
Assessor Especial da Presidência 

Indicado ao Prêmio Nobel da Paz 2019
+55 11 3180-3196
www.acsp.com.br

ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE SÃO PAULO
Entidade filiada à 

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