CONCEITO DE MEDIADOR: Que as minhas palavras sejam justas para os justos, resistam à hipocrisia dos hipócritas, sejam divertidas para as crianças, confiáveis para os adultos e sóbrias para os sábios. Mas, cordiais com quem quer que seja, sobretudo. Sou professor. 

FUNDAMMENTOS: AUTOAVALIAÇÃO (aceitação)> INCONFORMISCO CONSTRUTIVO (ativismo de causa> AUTOESTIMA/ORGULHO PRÓPRIO

PRINCÍPIOS ÉTIICOS da nossa proposta de EDUCAÇÃO MEDIADA: 1. Confiança / 2. Honestidade Intelectual / 3. Diversidade / 4. Solidariedade / 5. Estudo-Pesquisa / 6. Trabalho / 7. Prevenção / 8. Multidisciplinaridade / 9. Consciência Social / 10. Compaixão /

Nossas referências:
Mulheres Fortes: https://tinyurl.com/59fnsu8d
Líderes Mediadores Mundiais: https://tinyurl.com/54s2v73w

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Quando olho para o meu filho

Guto Maia*

* Coluna publicada em 04 de setembro de 2020, na Revista Reação Edição 133, agosto/setembro, pág. 43

Revista Reação, Edição 133, página 43Revista Reação, Edição 133, página 43 Revista Reação, Edição 133, página 43
Revista Reação, Edição 133, página 43

 


 

Quando olho para o meu filho*

26/08/2020 (Read in English)

A capacidade de indignação exacerba-se quando ofendem os nossos filhos.

 

Os valores sociais sempre correm o risco de resvalar na hipocrisia, na demagogia ou no sentimentalismo barato ao falar de pessoas com deficiências e vulneráveis. Ao discorrer sobre o assunto, sempre corremos o risco de sermos mal interpretados. É difícil sermos isentos. Mas, quem tem experiência de ao menos uma década nesse universo, sabe como os pais aprendem a lidar com a hipocrisia, a demagogia, o falso moralismo; como suportam calados o desprezo, o preconceito, e tanta insensatez falada sobre seus filhos.

 

Mas, há momentos, em que precisamos falar.

 

Eu olho para o meu filho autista, e não posso admitir que ele possa morrer por ser bundão!

 

Penso nos meus alunos com deficiências, amigos, e todos que não resistiram nos últimos 6 meses. Só no Brasil, são mais de 115 mil pessoas. E as suas famílias, como estão?

 

Sei que tenho que tentar fazer alguma coisa. Indignar-me é a única coisa que resta?

 

Há algum valor na indignação de um professor que não é mais atleta, que não sabe usar uma arma pra se defender, cujas únicas armas são uma caneta Bic e um laptop? 

 

Retórica e dialética são as nossas munições. É pouco e é o que nos resta.

 

Isso tudo é apenas o desabafo de um entre milhões que perderam os seus sonhos, perderam empregos, perderam os seus projetos de vida, perderam pessoas que as amavam e perderam, mais do que tudo e acima de tudo, o direito de serem respeitados como cidadãos pensantes que acreditam em princípios, cuja primeira atitude sempre foi a de acreditar em combinados e procurar respeitar leis que não fossem esdrúxulas.

 

Quando vemos que muitos se aproveitaram desse caos e do desespero social para enriquecer, a indignação faz com que duvidemos dos valores da honestidade e moralidade humanas mais fundamentais, que passam pela índole e pelo caráter duvidoso.

 

Quanta ingenuidade, não? Somos todos hipócritas e demagogos quando pensamos assim? Não, somos bundões mesmo! Eles estão certos.

 

Tento imaginar o que as nossas “Floras”, “Pedros”, “Pietras”, “Lorenzos”, seus filhos e netos (quando e se os tiverem); - pensarão de nós no futuro. Que legado de indignidade deixaremos para eles, quando superarem essa travessia insana? Certamente, não estaremos mais aqui para assistir o que eles farão com o que aprenderam dessa lição que a natureza e os nossos líderes nos impõem.

 

Talvez, a lembrança que eles tenham de nós, seja apenas a de seres ingênuos, sem“expertise” e sem forças para tirar vantagens de um momento histórico onde só os fortes sobreviveram. Eles estarão certos. Assim como estão certos os que pensam que somos bundões hoje. Eles também estão certos. Ao lavarmos as mãos, estamos escrevendo os erros do futuro.

 

Mas, a tinta dessa caneta tem poder. Ela ainda tem a força, pelo menos, de poder escrever este ingênuo desabafo.

  

*Guto Maia - José Augusto Maia Baptista

Gestor educacional

 


@filhos  @son

ESTAMOS COM A ONU/UNESCO NA TRAVESSIA DA DÉCADA DA REABILITAÇÃO (De 20/02/2022 a 20/02/2032)

ONU/UNESCOONU/UNESCO

1a. Escola do Pensamento Fora do Padrão

Instituto Ensino por Outro Caminho

NESA - Núcleo de Ensino Superior Adaptado

Nossos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Educação de Qualidade (ODS 4) e Redução das Desigualdades (ODS 10)


 

Idealizadores

Prof. Guto MaiaProf. Guto MaiaProf. Guto Maia (José Augusto Maia Baptista) 

Professor, Pesquisador do Desenvolvimento Humano, Reabilitação, Inovação, Ciência e Tecnologia Assistiva. Graduando em Ciências Sociais / 

Fundador da 1ª Escola do Pensamento Fora do Padrão / NESA Brasil (Núcleo de Ensino Superior Adaptado) Instituto Ensino por Outro Caminho / 

Organizador  do 1º Congresso Internacional do Pensamento Fora do Padrão /  Líder do projeto Tecnologia para Humanidade / 

Idealizador da Travessia da Década da Reabilitação (2022 > 2032), liderando mais de uma centena de pesquisadores internacionais /

Colunista / colaborador da REVISTA REAÇÃO e do PROGRAMA MISSÃO EDUCAR . UPTV /

Membro da Comunidade de Talentos ONU 2021/23 /

Prêmio Marco da Paz, da Associação Comercial de São Paulo, homenageado no Dia do Professor, na Câmara Municipal de São Paulo, 2019 /

ID Pesquisador ORCID: https://orcid.org/0000-0002-5694-4460 

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Portfólio: https://doisdobrasil.com/pessoa-fora-do-padrao/portfolio/ 

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Pedro Rosengarten BaptistaPedro Rosengarten BaptistaPedro Rosengarten Baptista

Graduando em Ciências Sociais Licenciatura /  Líder de Inovação e Comunicação Assistiva do NESA BRASIL /

Autista, Atuante na Causa da Pessoa com Deficiência /

Palestrante Credenciado do Museu da Inclusão - São Paulo /

Pesquisador de tribos africanas / 

Membro Comunidade Talentos ONU /

Prêmio Marco da Paz Inclusão Sem Limite – ACSP, no Memorial da américa Latina Museu da Inclusão, 2018 /

ID Pesquisador ORCID: https://orcid.org/0000-0003-3394-8634

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