CONCEITO DE MEDIADOR: Que as minhas palavras sejam justas para os justos, resistam à hipocrisia dos hipócritas, sejam divertidas para as crianças, confiáveis para os adultos e sóbrias para os sábios. Mas, cordiais com quem quer que seja, sobretudo. Sou professor. 

FUNDAMMENTOS: AUTOAVALIAÇÃO (aceitação)> INCONFORMISCO CONSTRUTIVO (ativismo de causa> AUTOESTIMA/ORGULHO PRÓPRIO

PRINCÍPIOS ÉTIICOS da nossa proposta de EDUCAÇÃO MEDIADA: 1. Confiança / 2. Honestidade Intelectual / 3. Diversidade / 4. Solidariedade / 5. Estudo-Pesquisa / 6. Trabalho / 7. Prevenção / 8. Multidisciplinaridade / 9. Consciência Social / 10. Compaixão /

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Mulheres Fortes: https://tinyurl.com/59fnsu8d
Líderes Mediadores Mundiais: https://tinyurl.com/54s2v73w

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Pensar não ocupa espaço 

Guto Maia*

21/08/2020 (Read in English)

Uma reflexão na Semana da Pessoa com Deficiência.

Pensar não ocupa espaço, mas ocupa a mente e desgasta quando nos assombram os fantasmas da existência humana.

O ócio criativo do pensar, leva a criatura a criações mirabolantes e geniais, mas quando não se pode pôr em prática essas "loucuras do pensamento" -, o ato de pensar, por óbvio, volta-se contra o pensador.

Aí, constatamos que pensar dói.

E dói, sobretudo, pelas conclusões importantes e inexoráveis a que chegamos sobre os nossos limites como espécie humana - que pode muito, mas não pode tudo.

A Humanidade criou soluções geniais para competir com os bichos; competir com outros humanos; e até combater extraterrestres. Mas, na sua competição pessoal, consigo próprio no ato de pensar, sempre sai perdendo pois ninguém melhor que nós para saber os nossos pontos fracos; então, no embate da guerra interior, sempre saímos derrotados e somos abatidos.

Pensar não ocupa espaço, mas pode levar a conclusões sombrias, atormentadoras, sobre os nossos maiores dilemas.

O maior de todos, sem dúvida, é a morte.

Para pais de pessoas com deficiências, isso se potencializa a proporções inimagináveis.

"O que será deles quando eu morrer?", é a principal pergunta que ouvimos de familiares de pessoas com deficiências intelectuais, físicas, sensoriais e comorbidades; idosos e vulneráveis que dependem de nós.

Mais abaixo, comentarei as conclusões a que cheguei nesses seis meses.

Pensar não ocupa espaço, mas antigamente, pais e professores educavam os jovens com castigos físicos e psicológicos, um deles era: - "Vá para o quarto escuro, 'pensar' no que você fez!" Ou, na escola: "Fique no canto da sala, de frente para o quadro negro, de castigo, por 5 minutos, 'pensando' no erro que você cometeu!"

Por isso, pensar, às vezes, nos leva à ideia de que estamos de castigo.

E, num certo sentido, estamos.

Nesses seis meses de confinamento compulsório, em prisão domiciliar, devido à pandemia, pudemos constatar a crueldade de alguns pensamentos.

Todos, indistintamente, tomamos contato com o medo e a sensação de estarmos sendo castigados.

Ficamos sem saída, e quando não há para onde fugir, somos sinceros. Os pensamentos são mais verdadeiros.

E, nessa situação limite, cheguei a duas conclusões satisfatórias sobre a morte: uma boa e outra ruim.

A ruim é que, ao nos preocupamos com a "falta que faremos às pessoas que dependem de nós, quando nos formos" (frase eufemística para não falar "morrer"); constatamos que depois de 6 meses, poucos sentirão a nossa falta, alguns nem perceberão que morremos, outros darão até "graças a Deus!".

A boa constatação é que podemos morrer tranquilos, porque surgirão outras pessoas boas para nos substituir  (até mais competentes!) para cuidar de tudo. Na grande maioria dos casos, isso é um fato e um consolo. Não somos insubstituíveis, absolutamente. Ninguém o é.

A humanidade teve grandiosos homens e grandiosas mulheres que siquer lembramos que existiram.

A Natureza cumpre o seu papel de ir em frente, independente de nós. Assim como a natureza do vírus vai cumprindo o seu fundamento científico de mediocrizar todas as opiniões medíocres daqueles que tentaram minimizá-lo desacreditando o poder a ciência. Acreditar nela é o que nos resta.

 

 

A Semana da Pessoa com Deficiência se inicia hoje, 21 de agosto de 2020. Nunca tivemos muito a comemorar, e sempre foi um certo contrassenso fazê-lo. Mas, é importante. É importante ter uma semana nossa para lembrar que não somos invisíveis, mesmo nesses tempos em que o luto permeia a existência humana. É importante lembrar que a nossa luta continua. E continuará com o otimismo de quem não desiste. Continuará junto dos que amamos e daqueles que acreditam que pensar não ocupa espaço, mas pode ajudar a melhorar a vida dos que não conseguem pensar, pois não têm intelecção, não têm cognição nem raciocínio, por causa dos seus distúrbios mentais. Pensemos por eles.

Sem dúvida, a luta nunca terminará. Só estamos num momento de trégua em respeito aos que resistem e aos que não resistiram*.

 

*Guto Maia - José Augusto Maia Baptista

Gestor educacional

 


@pensarnaoocupaespaco

ESTAMOS COM A ONU/UNESCO NA TRAVESSIA DA DÉCADA DA REABILITAÇÃO (De 20/02/2022 a 20/02/2032)

ONU/UNESCOONU/UNESCO

1a. Escola do Pensamento Fora do Padrão

Instituto Ensino por Outro Caminho

NESA - Núcleo de Ensino Superior Adaptado

Nossos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Educação de Qualidade (ODS 4) e Redução das Desigualdades (ODS 10)


 

Idealizadores

Prof. Guto MaiaProf. Guto MaiaProf. Guto Maia (José Augusto Maia Baptista) 

Professor, Pesquisador do Desenvolvimento Humano, Reabilitação, Inovação, Ciência e Tecnologia Assistiva. Graduando em Ciências Sociais / 

Fundador da 1ª Escola do Pensamento Fora do Padrão / NESA Brasil (Núcleo de Ensino Superior Adaptado) Instituto Ensino por Outro Caminho / 

Organizador  do 1º Congresso Internacional do Pensamento Fora do Padrão /  Líder do projeto Tecnologia para Humanidade / 

Idealizador da Travessia da Década da Reabilitação (2022 > 2032), liderando mais de uma centena de pesquisadores internacionais /

Colunista / colaborador da REVISTA REAÇÃO e do PROGRAMA MISSÃO EDUCAR . UPTV /

Membro da Comunidade de Talentos ONU 2021/23 /

Prêmio Marco da Paz, da Associação Comercial de São Paulo, homenageado no Dia do Professor, na Câmara Municipal de São Paulo, 2019 /

ID Pesquisador ORCID: https://orcid.org/0000-0002-5694-4460 

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Portfólio: https://doisdobrasil.com/pessoa-fora-do-padrao/portfolio/ 

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Pedro Rosengarten BaptistaPedro Rosengarten BaptistaPedro Rosengarten Baptista

Graduando em Ciências Sociais Licenciatura /  Líder de Inovação e Comunicação Assistiva do NESA BRASIL /

Autista, Atuante na Causa da Pessoa com Deficiência /

Palestrante Credenciado do Museu da Inclusão - São Paulo /

Pesquisador de tribos africanas / 

Membro Comunidade Talentos ONU /

Prêmio Marco da Paz Inclusão Sem Limite – ACSP, no Memorial da américa Latina Museu da Inclusão, 2018 /

ID Pesquisador ORCID: https://orcid.org/0000-0003-3394-8634

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