Projeto RECICLANDO BRASIL com educadores Guto Maia & Pitú Leal
Método de musicalização integrativa, construção de instrumentos e laboratório de ritmos

Projeto inclusivo inédito de percussão será lançado no IV CaminhaDown São Paulo, pelos educadores Guto Maia & Pitu Leal, no próximo dia 25 de março. 
É o método de Musicalização Integrativa, Construção de Instrumentos e Laboratório de Ritmos criado pelos professores do NEED
(Núcleo de Especialização e Ensino para o Deficiente Físico e Mental), do Instituto Yara Angelini,
que vem sendo aplicado a p
essoas com e sem deficiências, com progressos terapêuticos e sociais surpreendentes.
O resultado poderá ser comprovado no próximo domingo na abertura do IV CaminhaDown São Paulo, no Parque Villa-Lobos..
Quem vier tomará contato com algo surpreendente e emocionante em atividades com pessoas com deficiências e jovens socialmente vulneráveis..
http://doisdobrasil.com/reciclando.php


          
 

Formato: Encontros semanais para criação de grupos musicais

Público-alvo:
 pessoas com deficiências intelectuais, físicas e sensoriais, familiares, amigos, educadores, interessados em música percussiva, descobertas sonoras, canto coletivo e confecção de instrumentos com materiais reciclados.

Metodologia: estimular a experimentação sensorial, física e mental das sonoridades através dos ritmos, timbres e sons de variados instrumentos percussivos e harmônicos para desenvolver potencialidades coletivas, respeitando as limitações individuais. Solidariedade é a marca das atividades. Registros em vídeo / fotos do processo, cronograma de atividades, relatórios dos resultados alcançados como auxiliar em tratamentos e encaminhamentos clínicos. Rodas de conversas com familiares, cuidadores e encontros com especialistas para aprimoramento das técnicas aplicadas.

Benefícios: Ativar áreas cerebrais comprometidas neurologicamente aumentando os reflexos e a prontidão; coordenação motora, motricidade fina; construir e aperfeiçoar o raciocínio matemático, lógico e intuitivo com exercícios percussivos; aprimorar aspectos básicos da linguagem e da comunicação; consciência corporal; criatividade e criação de sequências harmônicas e rítmicas; memória através dos textos musicais e canções familiares da cultura do grupo visando o aumento da socialização e promovendo a autoestima; princípios de teoria e técnica musical; criação de um grupo-base com geração de renda para os integrantes e familiares, através de cachês de apresentações e venda de instrumentos artesanais confeccionados pelos próprios alunos. A intenção é contribuir para a ativação de mais uma possibilidade de acesso ao mercado de trabalho inclusivo.

Confecção de instrumentos: Esta oficina tem como objetivo transformar o material que não faz parte do meio ambiente em instrumentos percussivos, visando também o fortalecimento e a ampliação da experiência artística ecologicamente sustentável e correta nos jovens, contribuindo para o desenvolvimento de potencialidades capazes de sedimentar a consciência do seu lugar na família, na sua comunidade, na sociedade e no mundo, além disso, com o provocativo de que através dessa atitude desenvolvida no jovem, fazer com que ele tenha um senso crítico e de cidadania, fazendo com que a comunidade desperte e participe com atos que poderão trazer melhorias para o meio onde vivem.

O trabalho de confecção de instrumentos artesanais nasceu da necessidade de contribuir com a preservação do meio ambiente, através da reciclagem de materiais.

A metodologia utilizada nesta oficina é o reaproveitamento de todo tipo de material encontrado na comunidade e que possa ser reciclado, de maneira que consigamos obter dele algum tipo de “musicalidade”. Para esse primeiro momento, são desenvolvidos tamborins e pandeiros feitos de madeira com pele preparada da garrafa PET e tampinhas de metal desamassadas e furadas para que tomem formato de pratinelas.

Este trabalho, além de lúdico, tem a intensão de geração de renda e conscientizar as famílias da necessidade da preservação ambiental, fortalecendo os vínculos e a consciência social.

O QUE É MÚSICALIZAÇÃO INTEGRATIVA?
O Método visa remodelar zonas cerebrais com estímulos sonoros, musicais, harmônicos e ritmicos.

Justificativas terapêuticas:

1. “O ensino de música pode remodelar áreas do cérebro associadas à linguagem”. (http://bit.ly/1jAukPn)

“A música tem efeitos biológicos sobre o cérebro de crianças – é capaz de remodelar áreas responsáveis pelo processamento de sons, que por sua vez estão relacionadas a habilidades linguísticas como leitura e comunicação verbal. É o que mostra um estudo publicado no The Journal of Neuroscience, o primeiro a mapear os efeitos de programas educacionais de música no cérebro”.

“A pesquisadora Nina Kraus, diretora do Laboratório de Neurociência Auditiva da Universidade Northwestern, avaliou alunos de 6 a 9 anos, de famílias de baixa renda, considerados com maior risco de desenvolver problemas de aprendizagem, que participaram de um programa gratuito de música. As crianças que completaram dois anos de treinamento musical apresentaram diferenças neurofisiológicas em regiões relacionadas à decodificação de sons, mecanismo neural subjacente a habilidades linguísticas. “É a primeira evidência direta de que programas educacionais de música podem aprimorar o processamento neural da fala em crianças em risco, sugerindo que o envolvimento ativo e frequente com os sons pode mudar a função neural”, diz a autora”.

2. “Terapia musical pode curar cérebros danificados” (http://bit.ly/1QUO1dK)

“De acordo com investigadores americanos, a terapia com base em música poderá ter um papel importante na cura de pacientes com lesões cerebrais, pois pode ajudar na criação de caminhos alternativos de discurso no cérebro, rodeando as zonas danificadas”.

“Os cientistas ainda estão à espera de dados sólidos que comprovem esta teoria, que parece funcionar em grande parte dos casos”.

Michael De Georgia, diretor do Centro para a Música e Medicina da Universidade Case Western, em Cleveland, afirmou o seguinte: “É costume pensar que a música é uma coisa supérflua, e ainda ninguém entendeu o seu desenvolvimento do ponto de vista evolucionário. Nos últimos dez anos, começamos apenas a perceber a amplitude e difusão do efeito da música nos nossos cérebros. Estamos apenas a começar a entender o poder da música. Não sabemos ainda os seus limites”.

3. Segundo Rudolf Steiner “As artes musicais nascem das artes arquitetônicas e plásticas, e o que estas são exteriormente, as artes musicais o são para dentro. O reflexo do mundo de dentro para fora”.

4. Música não é só para os ouvidos. Inúmeros estudos já concluíram que a música é processada em diversas regiões cerebrais. Existem evidências de que ela possa ter aplicações terapêuticas. Várias das áreas encefálicas que se ativam durante o processamento musical.

(Fonte: Mike Falle/ the Globe and Mail. This is your brain on music. The science of a human obsession)

5. Um remédio sem efeitos colaterais? A música tem efeitos neuroquímicos que podem melhorar o sistema imunológico, reduzir a ansiedade e até mesmo regular o humor. A descoberta é de uma dupla de psicólogos da Universidade de McGill, no Canadá. A pesquisa aponta que certas músicas podem elevar a produção de imunoglobulina A (um tipo de anticorpo) e de glóbulos brancos, responsáveis por atacar invasores como bactérias e germes.

Os cientistas Mona Lisa Chanda e Daniel Levitin descobriram que ouvir ou até mesmo tocar música pode reduzir os níveis de cortisol, o hormônio do estresse, e elevar os níveis de oxitocina, relacionado ao bem-estar. Isso melhora o humor e facilita as interações sociais. Músicas mais lentas com melodias suaves tendem a ser mais relaxantes do que canções com ritmo mais rápido.

Para chegar a essa conclusão, Chanda e Levitin analisaram mais de 400 pesquisas que associam a música com processos neuroquímicos específicos. Vários estudos indicam que a música pode até mesmo controlar a dor. A dupla canadense propõe que médicos e terapeutas comecem a levar a música mais a sério. Chanda e Levitin esperam que a música possa ser usada como calmante antes da cirurgia. A pesquisa dos canadenses destaca que tratamentos baseados em música não são invasivos e têm efeitos colaterais mínimos. Além disso, são baratos e "naturais".

6. “Se alguém deseja conhecer se o reino é bem governado, se sua moral é boa ou ruim, a qualidade de sua música irá fornecer a resposta” - Confúcio
A música tem um poder oculto para afetar nossas mentes, nossos corpos, nossos pensamentos e nossa sociedade. Quando a música é baseada em um padrão de afinação propositadamente retirados dos harmônicos naturais encontrados na natureza, o resultado final pode ser a intoxicação psíquica da mente em massa da humanidade.
As ondas sonoras organizam o universo!
Se quiser saber mais sobre isso leia a matéria: 
http://bit.ly/1ieXCRR
Fonte: 
http://bit.ly/1gUgDDJ

Sobre os educadores:

Guto Maia é professor especialista em Educação Inclusiva, ensino multidisciplinar de alunos inclusivos, palestrante, pesquisador e ativista do aperfeiçoamento dos protocolos de apoio à inserção de pessoas com deficiências no Mercado de Trabalho; pai de quatro filhos, sendo o mais jovem autista;  filho de mãe que esteve cadeirante por 13 anos; conselheiro eleito 17/18 do CER-Sé SP, ligado ao SUS, da PMSP; Coordenador do Depto. de Música do NEED (Núcleo de Especialização e Estudo para o Deficiente Físico e Mental); foi professor de adultos inclusivos, na Extensão Comunitária da UNIP Vergueiro; professor de Jovens Aprendizes do IBFC (Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação); Professor SENAC (curso de formação de professores Decoração); diretor teatral, músico/vocalista, compositor, autor, ator de teatro e cinema. Cursou pedagogia, música, ética, teatro, artes plásticas, literatura, arquitetura, adm. de empresas, empreendedorismo, informática, mídias sociais, conteúdo digital e educação inclusiva.  É certificado em Comunicação Verbal pelo Instituto Passadori. Em agosto, participou do Seminário de Formadores de Palestrantes Credenciados do Museu da Inclusão, da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência, do Governo do Estado de São Paulo. Também participou do "Encontro de Gerações", coordenado pela jornalista Flávia Cintra, de 15 a 18 de outubro, na cidade de Socorro/SP, evento de debates para a preparação coletiva do primeiro documento da Agenda 2030 do Plano de Ação das Américas, das Nações Unidas. Palestras na Faculdades Anhembi-Morumbi, Instituto Passadori, Câmara Municipal de Ubatuba, Uniceu Inácio Monteiro, APAE's Ubatuba e Santos. Referências: Revista D+:http://revistadmais.com.br/arte-musica-e-acao/. Depoimentos de alunos e colegas do prof. Guto Maia: https://goo.gl/h9YfFz. Referências de Guto Maia na web: https://goo.gl/6MJtgy. Facebook: @guto.maia

Pitú Leal é músico com formação em bateria pela Universidade Livre de Música - Antonio Carlos Jobim - ULM, modalidades: bateria (com Beto Caldas), percepção musical, leitura rítmica para bateristas (com Lilian Carmona), ritmos do Brasil (com Nenê Batera), técnicas de groove, orquestra orgânica performática (com Stênio Mendes e Fernando Barba), percussão corporal vocal e sucata sonora. Regente dos grupos Zunidos do Monte Azul e Banda Recapa, músico do Quinteto de Jazz da ULM, músico da Banda Mr. Black, músico do grupo Kosenso. Acompanhou Almir Guineto, Reinaldo, Zeca Pagodinho, Eliana de Lima, Ivone Lara, Jamelão, Luiz Melodia, Beth Carvalho, Tobias da Vai-Vai, Clementina de Jesus, Jovelina Pérola Negra, Sandy & Junior, entre outros. Foi Jurado de Desfiles de Escolas de Samba de Florianópolis e Espírito Santo, entre 2009 e 2015. Trouxe  o xequerê para as escolas de samba de São Paulo, e atuounas como diretor de bateria na Gavioes da fiel, Imperio de Casa Verde, Tom maior e Mocidade independente da Mooca, sendo nestas duas ultimas representado por alunos de projetos sociais. Experiências internacionais: ministrou cursos de percussão brasileira em Chicago/EUA, Angola/África e Lisboa/Portugal. Regente de percussão da Família Crepi (Conexão Real Parque-Icaraí-Ipiranga/SP). Luthier artesanal, é um dos precursores da construção de instrumentos de sucata reciclada com materiais descartados. Constrói pandeiros, alfaias, tamborins, cuícas, cabuletês, ganzás, cajons, e outros criados com exclusividade e nomes originais. Professor de bateria, percussão e Arte Educador de Percussão no Instituto Anchieta Grajaú e no Instituto Yara Angelini - NEED (Núcleo de Especialização em Deficiência Física e Mental), desde 2007. Referências de Pitú Leal na web: https://goo.gl/rqoCEr . Facebook:@pitu.leal

  

O que nos move

Dois irmãos foram separados muito cedo na infância e cresceram em locais diferentes. Cada qual seguiu seu caminho na vida. Passaram muitas dificuldades, viajaram o mundo, ficaram mais de cinco décadas sem se ver. Mas tinham uma paixão comum: a MÚSICA. Conheceram muitos povos, tiveram grandes amores, filhos, netos.

A música os levava e trazia de lindos lugares, porém também era motivo de muitos sofrimentos. Mas, ela protagonizou grandes resgates em momentos difíceis, sendo decisiva nos episódios mais importantes como nessa história. Ambos tornaram-se professores de música, sem que um soubesse do outro.

Um dia, o mais velho achou um número de telefone gravado num pandeiro quadrado artesanal de um aluno. Achou interessante a possibilidade de ter um naipe de pandeiros quadrados no seu grupo de alunos e ligou para o luthier. Soube que ele confeccionava diversos instrumentos com materiais reciclados, e a pele daquele pandeiro era de plástico de garrafa pet, e também tinha seus grupos de alunos. E também era um grande músico, e também tinha tocado com outros grandes músicos que, por coincidência, também eram amigos comuns. Marcaram encontro e descobriram que eram irmãos, tamanha a semelhança entre os dois. Passaram a dar aulas juntos e os alunos não conseguiam distinguir um do outro, sempre se confundindo e trocando os nomes.

O reencontro serviu para demonstrar que, na verdade, passaram a vida se reciclando para esse momento. Haviam-se tornado catadores de sonhos descartados, sonhos que os outros dispensavam ou perdiam pelo caminho: sonhos de riqueza, de grandes casamentos, carros, casa própria, filhos saudáveis. Esses sonhos que os outros jogavam fora, eles os reciclavam em poesia e música e devolviam para o mundo em forma de novos sonhos.

Esse é o papel do artista: reciclar tudo o que foi vivido por ele e pela humanidade, tudo o que foi feito da sua vida, transformando suas experiências numa nova verdade, catando os sonhos esfacelados, remodelando-os e devolvendo-os como novas esperanças de VIDA.

       
Em tempos de violência é bom andar amado

PROPOSTA DE OFICINA DE PERCUSSÃO

  1. Oficina de musicalização integrativa, construção de instrumentos e laboratório de ritmos.
  2. Formato: Oficina gratuita duas vezes por semana de 1h30, para apresentação do projeto e seleção dos integrantes
  3. Público-alvo: Pessoas com deficiências (como base do projeto), familiares e voluntários que participarão nas apresentações. Aberto a todas as faixas etárias.
  4. O projeto propõe duas vezes por semana, preferencialmente segundas e sextas, das 14 às 17h, por tempo determinado conjuntamente.
  5. A continuidade do projeto e outras apresentações serão definidas conjuntamente entre os parceiros e os coordenadores.
Coordenação:
Guto Maia - músico, professor pesquisador de inclusão, educador social, conselheiro-gestor de saúde eleito 18/19 CER Sé III SP;
Pitú Leal – Músico baterista, percussionista, luthier artesanal, construtor de instrumentos e educador social.

Formato: Exercício percussivo, noção rítmica, musica e harmonia para pessoas de todas as faixas etárias, partindo dos sons elementares básicos para promover sinergia e despertar o prazer de fazer música coletiva.

1. Objetivo imediato: Musicalização integrativa, laboratório de ritmos

2. Objetivo pra continuidade do projeto: confecção de instrumentos artesanais com materiais reciclados, visando promover renda para os integrantes, tanto na venda dos instrumentos como com os cachês de apresentações.

NOSSA MISSÃO
Manter a convicção de que não há limites que impessam a alegria da expressão musical. Toda complexidade é um emaranhado de simplicidades. A repetição, a constância, a renitência, a sobreposição das coisas simples e sinceras criam obras grandiosas. A obra mais ousada que almejamos é a reconstrução diária do SER HUMANO. Isso nos move.

APOIO:
Distrito 4610


Coral NEED

BLOCO LOUCOS PELO NEED 
Vídeos: https://goo.gl/2tVNeH 
Fotos: no 3° CaminhaDown 2017: https://goo.gl/orAadg 
Coral e Bloco https://goo.gl/nDXruo | https://goo.gl/Hscnbm
Natal 2017 https://goo.gl/X9x2H7
Carnaval 2017: https://goo.gl/YA281z

Projeto RECICLANDO BRASIL com educadores Guto Maia & Pitú Leal
Método de musicalização integrativa, construção de instrumentos e laboratório de ritmos

Este projeto é associado a 
Cidades que Me Dizem Respeito:
www.doisdobrasil.com 


PROJETO INCLUSIVO

APOIO:

Distrito 4610

@cidadesquemedizemrespeito  @reciclandobrasil
@gutomaia @pituleal @pedrosengartenbaptista @rotary

          

SOMOS BONS EDUCADORES?
Que o sucesso dos nossos alunos seja a nossa reserva de reputação cultivada dia após dia. Isso nos ajuda a construir um patrimônio de amor-próprio e confiança que aumenta em dignidade com o tempo. Um professor tem por missão construir seres humanos melhores que ele próprio.

A considerar que a complexidade das coisas nada mais é que um emaranhado de simplicidades, ignorância é não saber ensinar a busca pelo simples. Viver é básico. Aprender é natural. Ninguém tem o direito de atrapalhar um aprendizado demonstrando-se senhor da Sabedoria.

Somos muito ignorantes. Somos uma ilha num oceano de desconhecimento. Crescemos aprendendo a navegar. Quando enfrentamos o oceano, não sabemos muito bem pra onde ir diante da imensidão que só aumenta. E sempre voltamos para a nossa ilha de segurança. Mas, viver é assumir riscos.
Há momentos em que o maior ensinamento é: "Hoje, mantenha-se vivo e otimista", mesmo com dor, mas sem culpa. Você sobreviveu mais um dia.

Cidades que me dizem respeito

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CIDADES QUE ME DIZEM RESPEITO
Vamos conversar sobre Inclusão?

 
ESTRATÉGIAS DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA INTEGRATIVA
LINGUAGEM, INTERAÇÃO SOCIAL, COMUNICAÇÃO, COMPORTAMENTO